quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

ALIMENTANDO O INTERESSE NATURAL DA CRIANÇA PELO APRENDIZADO



por Jan Hunt, Psicóloga diretora do "The Natural Child Project"


Eu e meu marido escolarizamos nosso filho em casa (1) e eu às vezes me pergunto se quem aprende mais com isso são os pais ou os filhos. Mas o termo "escolarizar em casa" já mostrou ser enganoso. Crianças escolarizadas em casa não passam a maior parte do tempo em casa e seu aprendizado não ocorre do mesmo modo que na escola. Na verdade muitos dos pressupostos do ensino da escola pública são opostos aos da escolarização em casa.
O elemento mais importante para o sucesso da escolarização domiciliar é a confiança. Confiamos que as crianças saibam quando estarão prontas para aprender aquilo que estiverem interessadas em aprender. Confiamos que elas saibam como empreender esse estudo. Embora esse modo de ver as crianças possa causar estranhamento, os pais costumam entender assim o aprendizado nos dois primeiros anos de vida, quando a criança ainda está aprendendo a ficar em pé, andar, falar e fazer algumas outras coisas importantes e difíceis, sem muita ajuda de ninguém.
Ninguém perde tempo pensando que talvez o bebê seja muito preguiçoso, indisciplinado ou desmotivado para aprender; supõe-se que o bebê tenha nascido com vontade de aprender tudo o que ele precisa para conhecer e participar do mundo ao seu redor. Essas autoridades de um a dois anos de idade nos ensinam vários princípios da aprendizagem:
Crianças são naturalmente curiosas e têm um desejo inato de aprender sozinhas sobre o mundo a sua volta.
John Holt, em seu livro 'How Children Learn' ('Como as Crianças Aprendem'), descreve o estilo natural de aprendizagem das crianças pequenas:
"A criança é curiosa. Ela quer compreender as coisas, descobrir seu funcionamento, desenvolver habilidades e obter controle sobre si mesma e seu ambiente, além de fazer tudo o que ela vê os outros fazerem. Ela é aberta, perceptiva e empírica. Ela não se limita a observar. Ela não se fecha para o mundo estranho e complicado à sua volta, ela o degusta, toca, ergue, dobra, quebra. Para descobrir como a realidade atua, a criança atua sobre a realidade. Ela é audaciosa. Ela não tem medo de errar. E ela é paciente. Ela pode tolerar um grau incrível de dúvida, confusão, ignorância e suspense... A escola não é um lugar que ofereça muito tempo, oportunidade ou recompensa por esse modo de pensar e de aprender da criança"(2).

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Entrevista com Alicia Fernández: O prazer cabe, sim, na sala de aula

Confira a conversa com a psicopedagoga argentina Alicia Fernández, que esteve em São Paulo entre 14 a 16 de fevereiro para o Congresso Brasileiro sobre Dificuldades de Aprendizagem e do Ensino.

http://revistaescola.abril.com.br/multimidia/pag_podcast/gal_podcast_270493.shtml

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

A mulher que via com as mãos

" UMA VERDADEIRA INSPIRAÇÃO"

Helen Keller não completara ainda 2 anos de idade quando foi atingida por uma doença que a deixou cega e surda para toda a vida. Durante alguns anos, ela foi, segundo as suas próprias palavras, "selvagem e indisciplinada", expressando-se com violência.
Mas aos 6 anos surgiu na sua vida a professora Ann Sullivan. Utilizando o sentido do tato como elo de ligação entre os mundos de ambas e escrevendo as palavras na mão da pupila, a nova professora tentou insistentemente dar a entender a Helen a relação entre as palavras e aquilo que elas significam.O ponto de viragem deu-se com a palavra "água": enquanto a água de uma bica jorrava sobre uma das mãos da sua aluna, Ann Sullivan escrevia "água" na outra. "mantive-me quieta, toda a minha atenção concentrada sobre o movimento dos seus dedos", recorda Helen. "subitamente, senti a emoção de uma idéia que se repetia - e assim me foi revelado o mistério da linguagem." desde esse dia, Helen "viu" o mundo de outra maneira. O sentido do tato tornou-se para ela uma espécie de visão: "às vezes, é como se a própria essência da minha carne fosse uma miríade de olhos a ver... Não posso dizer se vemos melhor com as mãos ou com os olhos: sei apenas que o mundo que vejo com as minhas mãos é vivo, colorido gratificante."
Helen descobriu maneiras engenhosas de sentir as imagens e os sons: "por vezes, se tiver sorte, coloco suavemente a mão numa pequena árvore e sinto o feliz estremecer de um passarinho que canta." e por meio do tacto, ela conseguia "detectar o riso, a tristeza e muitas outras emoções obvias. Conheço as minhas amigas só por tocar-lhes as faces".
Helen Keller, sentia que o silêncio e a escuridão em que vivia lhe tinham aberto a porta para um mundo de sensações de que as pessoas mais "afortunadas" nunca se apercebem: "com os meus três guias fieis, o tato, o olfato e o paladar, faço muitas excursões ás zonas limites da cidade da luz."
Do "abc" da mente humana; Seleções do Readers Digest.
Nascida em 27 de junho de 1880 no Alabama (EUA), Helen Keller foi excluída do mundo com um ano de idade: uma escarlatina deixou-a totalmente cega e surda. Helen foi crescendo como uma selvagem, num universo escuro e silencioso. Em 1887, sua vida deu uma guinada com a chegada de Anne Sullivan, uma ex-cega que aceitou o desafio de educá-la. Durante um mês, Sullivan ensinou a menina a soletrar palavras com os dedos de uma mão, enquanto tocava um objeto com a outra. Helen aprendeu. Só não sabia que estava formando palavras, porque não sabia que elas existiam... Certa tarde, Anne mergulhou a mão esquerda de Hellen num balde d’água e soletrou "água" com a outra mão. Repetiu várias vezes a operação e o milagre aconteceu: Helen entendeu que "água" era o nome do líquido que sentia pelo tato. Até o fim do dia, aprendeu mais 30 palavras. Em pouco tempo dominou o alfabeto braile, demonstrando incrível facilidade em ler e escrever. Aos 10 anos aprendeu a falar e propôs-se a cursar faculdade. Em 1904, formou-se com louvor, sendo a primeira cega e surda a completar um curso universitário. A partir daí dedicou-se à defesa dos direitos de mulheres, pobres e deficientes. Morreu em 1968.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

COMO MONTAR UM PROJETO


Projeto da semana, projeto do mês, projeto interdisciplinar... Desde a publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais, com as orientações do Ministério da Educação para o ensino fundamental e médio, a palavra de ordem na coordenação pedagógica, na sala de professores e na sala de aula, é projeto. Novidade para alguns e prática já tradicional em muitas escolas do país, a proposta de tratar conteúdos por meio de trabalho coletivo e multidisciplinar no lugar da aula expositiva, tomou conta de todas as reuniões de planejamento escolar. Afinal, é uma das melhores maneiras de motivar os alunos, dando-lhes oportunidade de descobrir e construir o conhecimento. Mas o fato de os projetos terem todo esse potencial não é garantia de sucesso. Se não houver um planejamento cuidadoso, previsão de recursos e, principalmente, interesse e compromisso por parte dos alunos, qualquer esforço pode resultar em desperdício de tempo.


1. Planejamento:
1. Planejamento é o segredo para um projeto dar certo.Mas lembre-se: o projeto não nasce exclusivamente da cabeça do professor ou do coordenador de área. Ele é resultado da interação entre o professor e os alunos. Por isso, o planejamento deve ser revisto a partir da apresentação do tema aos alunos e a cada etapa do trabalho.

2. Apresentação ao professor
Antes de levar o projeto à sala de aula, é necessário compartilhá-lo com todos os professores participantes. O coordenador expõe a idéia do projeto e verifica qual é a área de interesse e de domínio dos professores. A partir daí, eles traçam os caminhos possíveis para a seqüência do projeto e os objetivos a serem alcançados no final.Dica:O projeto surge da necessidade de transmitir determinados conteúdos. Coordenadores e professores debatem quais são os assuntos a serem trabalhados e de que forma o projeto pode ajudar no desenvolvimento dos conteúdos previstos.

3. Apresentação aos alunos
É a vez de os alunos tomarem contato com o projeto. O tema deve ser significativo, isto é, deve estar relacionado com a vida ou com os interesses naturais dos alunos. A primeira etapa corresponde à ampliação do significado do tema a ser trabalhado com os alunos. Uma maneira simples de conseguir essa informação é perguntar à turma o que ela sabe a respeito. Anote os comentários.Dica:Se for o caso, pesquise o tema com os familiares ou com a comunidade. Eles também podem fazer parte da primeira sondagem. Em séries iniciais, o professor mesmo pode elaborar uma folha de perguntas sobre o tema para que cada aluno leve para os pais responderem.

4. Sensibilização
É o momento detonador do projeto. Procura-se despertar o interesse pelo tema, com filmes, palestras ou qualquer outro atrativo. O objetivo é que os alunos levantem questões e situações-problema. Pode durar duas ou três aulas.

5. Planejamento detalhado
Após o levantamento das perguntas dos alunos sobre o tema, o professor faz um novo planejamento. As questões a serem abordadas são agrupadas por tópicos, como os capítulos de um livro. Estes, por sua vez, vão compor um índice de assuntos.Dica:É fundamental que os professores tenham clareza das etapas a serem cumpridas e dos objetivos a serem alcançados. Desta forma, os alunos saberão por que e para que estão realizando o projeto.
6. Pesquisa/Levantamento de dados
Divididos em grupos, os alunos começam a pesquisa dos assuntos. As fontes são diversas: internet, jornais, revistas, livros, TV. Eles também podem escolher pessoas para entrevistar (historiadores e economistas, por exemplo). Cada aluno deve ser orientado a manter uma pasta-arquivo individual. No final, cada grupo monta um dossiê do trabalho. Esse dossiê mostrará a evolução do grupo, do que os alunos sabiam anteriormente e o que eles aprenderam.Dica:É importante selecionar muito bem o material de pesquisa, para que seja de fácil acesso e entendimento.

7. Desenvolvimento
Essa etapa do projeto vai depender de cada turma. Um mesmo projeto, por exemplo, pode ter um desenvolvimento diferente em duas classes. É o momento em que os alunos coletam mais informações, fazem visitas ou entrevistas e estruturam o trabalho final.Dica:É fundamental estabelecer um horário semanal para que um professor fique de plantão para tirar dúvidas, acompanhar o que cada grupo tem feito e ajudar a redirecionar as pesquisas, se necessário.

8. Trabalho final
É feito em grupo e vai mostrar a síntese do aprendizado ao longo do projeto. Pode ter formas diversas, como um jornal, uma produção em vídeo, uma apresentação teatral. A decisão sobre o que fazer fica por conta dos alunos. É mais interessante que o projeto também seja exposto a outras pessoas que não participaram de sua elaboração (colegas, professores, pais e comunidade).Dica:O ideal é que cada grupo de trabalho tenha de três a quatro alunos. Quanto mais heterogêneo o grupo, melhor. Diferenças produzem divergências positivas.

9. Avaliação
A base da avaliação é a participação do aluno em todas as etapas do trabalho, mas o mais importante é que os critérios sejam claramente expostos no início do projeto. A nota (conceito) pode ser composta pela avaliação de empenho na busca e seleção de informações, participação nas discussões e desvelo na elaboração do trabalho final. Todos os participantes do projeto (inclusive professores) devem fazer sua auto-avaliação.Dica:O aluno deve ter conhecimento de como será avaliado. Uma alternativa é utilizar a avaliação aberta. Assim, o aluno toma consciência de como está seu desempenho durante o projeto.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

DISCIPLINA EM TURMAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL CONHEÇA FORMAS EFICAZES DE MANTER A HARMONIA EM SALA DE AULA


Aqui vão as dicas da Psicóloga Daniela Alonso, de São Paulo, para a Revista




Como fazer para crianças de 3 a 6 anos pararem quietas e prestarem atenção?

Não existe uma fórmula pronta pra manter a turma de maternal, jardim ou pré interessada na aula.

Isto depende de vários fatores e um deles é simples: as crianças podem não estar maduras o suficiente para a disciplina exigida.

Nesta faixa etária, o comportamento e as noções de ética e moral encontram-se em processo de construção.

Uma das funções da professora é justamente colaborar com essa construção.


LIMITES SEM SOFRIMENTO

Colocar limites, porém, nem sempre é fácil. A tentação de ficar irritada e começar a gritar pode ser grande.

1) - Acima de tudo seja coerente: Não confunda as crianças com graus de aceitação diferentes perante um determinado comportamento. Se subir na cadeira for uma proibição sua, esta deve ser sempre uma proibição. Se você deixar num dia e não deixar no outro, as crianças tentarão tirar proveito dessa brecha. "Apenas alunos com hiperatividade ou alguma deficiência devem receber, eventualmente, um tratamento diferenciado. E isso os colegas de classe conseguem entender", observa Daniela.

2) - Altere a voz e a expressão, mas não grite: Quando fizer uma censura, altere a voz para marcar a emoção, mas não se mostre muito irritada, pois pode parecer que você não se sente capaz de controlá-los. Em caso de balbúrdia geral, adote códigos de silêncio: - Bata palma 3 vezes; - Apague a luz; - Comece a cantar; - Pare tudo e sente-se.

3) - Combine as regras de antemão: Essa atitude impede que você tenha de explicar a razão de uma regra no momento em que ela é quebrada. E a melhor forma de chegar às regras que valerão a todos é a chamada assembléia. "Promova uma assembléia: Em roda, estimule-os a expressar o que consideram certo e errado. Fale você também. Os motivos das regras devem ser discutidos nessa hora. Assim, no momento de chamar a atenção de um aluno, diga "Lembra que isso é errado?", partindo do princípio de que a justificativa já foi dada."

4) - Não peça para a criança refletir: Se tiver de refletir quando faz algo errado, a criança pode acabar relacionando a reflexão a algo negativo. Como a reflexão é essencial no aprendizado e na vida em geral, evite ligá-la a situações de repreensão.

5) - Adote a cooperação: A cooperação pode ser um santo remédio para maus comportamentos. Peça para os alunos arrumarem a classe com você ou para participar do "conserto" de algo que fez: se machuca um colega, pode ajudar no curativo.

7) - Expressão dos sentimentos: Dizer "Não gostei" ou "Isso me ofende" é muito válido, pois, na vida em sociedade, sempre teremos de lidar com os limites das outras pessoas. Se você se expressa, mostra ao aluno que tem sentimentos a ser respeitados.

8) - Dê exemplos positivos: Não basta dizer que a atitude está errada. Especifique com o aluno como poderia ter sido diferente.

IMPORTANTE! - A autoridade da classe é a professora: seja firme!

- Se a turma inteira estiver desinteressada, questione-se sobre a atividade.

Ela pode não ser adequada.

- Só comunique os pais se o aluno apresentar especial dificuldade com regras.

- Lembre-se: crianças de até 6 anos não têm disposição para ouvir sermões.


Faça observações curtas e diretas, como "Isso não pode" e "Pare com isso".

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

INAUGURAÇÃO DO NAE



HOJE FOI UM DIA MUITO ESPECIAL PARA MIM E MINHAS COLEGAS DO NAE

-NÚCLEO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL em Santa Gertrudes-SP
A inauguração foi muito legal e espero que o NAE ajude muito as crianças da Rede Municipal

Deem uma passadinha la no nosso blog







SAIBA QUANDO OS ALUNOS NÃO GOSTAM DA AULA

MOTIVOS E SOLUÇÕES

Veja os principais problemas apontados pelos alunos na pesquisa realizada por Marcelo Peruzzo.

1 – Arrogância: falta de humildade pode ser um problema grave. A solução é ter paciência com os alunos para que consiga chegar mais próximo deles.
2 – Professor sabe-tudo: aquele que fala, fala e não escuta. O professor precisa perceber que a experiência do aluno também pode agregar conhecimento à aula. O ideal é ser mais humilde. “Há muitos professores que têm conteúdo, mas não sabem a forma de passá-lo. Já aqueles que têm mais articulação em aula e menos conhecimentos acabam ensinando melhor”, diz Peruzzo.
3 – Impaciência: não admite que mude uma vírgula do que programou para a aula. Se tiver amor pelo que faz, vai conseguir compartilhar melhor.
4 – Desmotivação: por motivos variados o professor não tem interesse pelas aulas. É importante lembrar da importância de transmitir o conhecimento e tentar despertar a alegria em lecionar.
5 – Autoritarismo: acha que é o grande líder, impõe o conhecimento e o respeito. Neste caso, o professor deve respeitar o aluno e mudar esse posicionamento.
6 – Desinteresse: precisa de motivação e, mais uma vez, despertar o amor pelo que faz. “Deve olhar para o aluno e lembrar que, por mais que essa seja a enésima vez que diz aquilo, esta é a primeira em que ele está ouvindo”, aconselha o professor.
7 – Prepotência: professor sem carisma. Neste caso, ele acaba fechando o canal com o aluno porque sempre tem razão. É preciso ter humildade e paciência.
8 – Professor teórico: é aquele que ignora a prática. É possível fazer uma aula atrativa trazendo o mundo real para a sala de aula.

Escrito por EQUIPE TÉCNICA do NAE

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Leitura de bons Livros




Nada melhor depois do Bommmmm Dia ou Boa Tarrrrrrde
é iniciar uma boa leitura.
Professoras ou pagens de berçário até as professoras de 5º ano (Fundamental) devem iniciar suas atividades contando histórias diariamente.

Estas podem ser conhecidas ou novas, dependendo do interesse da turma, sendo que o número de repetições é ilimitado.
A escolha das histórias deve ser feita entre os livros de pouco texto, linguagem simples e com ilustrações grandes e sugestivas, atendendo às diferentes necessidades da turma. Até grandes livros que podem ser contados por dia.

Procure chamar a atenção das crianças.Crie personagens,vista fantasias,leve uma caixa surpresa com algum obejeto ligado ao conto.
Tenha em mãos,fantoches,dedoches,pois criança adora!!!!!!!!!!!!

Use a imaginação

Leve todos os tipos de portadores de textos para a sala de aula,monte um canto,uma biblioteca,leituras em grupo,individuais,um sarau,leitura nas outras salas e
e voe nas asas da imaginação.....................................

domingo, 10 de fevereiro de 2008

É hora de receber os alunos!



É hora de receber os alunos,os novatos e os veteranos.
O que fazer para esta primeira semana?
Como lidar com os chorinhos,as adaptações e mudanças?
Como reagir a situações novas e imprevistos?
O que fazer no caso de ser minha 1ª turminha?
Estas são algumas das perguntas mais frequentes em um ambiente escolar no início do ano letivo.Mas...Calma!Todas elas têm respostas e muitas.
Vamos as dicas:
Procure receber os alunos com muito carinho e sempre com um belo sorriso.Isso trás segurança para eles.
Leve obejtos diferentes e que chamem a atenção das criaças:Fantoches,livros coloridos,imagens divertidas,muitos brinquedos.
Decore sua sala com muito carinho,Deixe o ambiente com a carinha dos alunos,eles adora novidades.
Os chorinhos são frequentes e cabe a você professora fazer com que a criança se sinta segura.A fase de adaptação deve ser vista como um momento de mudança para a criança,portanto,tenha muita paciência.
Procure manter a calma,peça ajuda se for preciso e nunca deixe de dar atenção a todos os alunos,Faça rodinhas,cante muito,deixe-os mais a vontade para que fiquem mais tranquilos.
No caso de ser sua primeira turma,faça o mesmo,e procure ajuda sempre,não faça nada que esteja com insegurança.
Boa sorte a todas nós e que 2008 seja um ano maravilhoso!
Por Cristiane Silva

SUGESTÕES DE BRINCADEIRAS





O Pulo do Sapo
Marcar no pátio as linhas de partida e chegada. Ao sinal dado, os participantes, em posição de sapo (de cócoras), devem sair pulando até a linha de chegada. Vence aquele que chegar primeiro.
Imitando Tartaruga
Escolhem-se quatro jogadores para serem os pegadores. Os jogadores, para evitar serem apanhados, deitam-se de costas no chão, com os braços e pernas para cima imitando uma tartaruga. Quando estiverem na posição da tartaruga, não poderão ser apanhados. Termina a brincadeira quando todas as crianças forem pegas.
Corrida ao Contrário
Traçam-se duas linhas a uma distância de 10m (sendo uma o ponto de chegada e a outra o de partida). Ao sinal dado, todos os participantes estarão de costas e iniciarão uma corrida. O participante que chegar primeiro deverá voltar correndo de frente até o ponto de partida. Quem chegar primeiro será o vencedor.
Corrida do Cachorrinho
Marcar um ponto de partida e outro de chegada. Os participantes devem imitar a posição de cachorro, alinhando-se na partida. Ao sinal, saem depressa em direção à linha de chegada. Quem chegar primeiro será o vencedor.

Corrida de Dois
As crianças dão as mãos e não podem se soltar. E assim correm, pulando até a linha de chegada. Vencem os dois que primeiro atingirem a linha de chegada.
O Caçador Esperto
Riscam-se dois círculos para colocar os animais: as raposas e os coelhos( dois times com número igual de participantes). No centro, entre os dois círculos, risca-se também um triângulo, onde ficará o caçador. Os animais dos dois times chegam bem perto do caçador. Os que forem pegos pelo caçador passam a ser caçadores nas próximas jogadas, devendo ficar junto ao caçador, dentro do triângulo. A brincadeira continua e no final o time que tiver mais participantes será o vencedor.
Atenção, Olha o Caçador!
As crianças serão separadas em grupos de diferentes animais. Deve haver vários de cada classe, por exemplo: ursos, macacos, coelhos, etc. Desenhar dois círculos em cantos opostos. Uma das crianças será o caçador, ficando entre os dois círculos; o resto dos animais, em outro círculo. O caçador chama o nome de um dos animais e todos os que representam esse animal deverão correr pelo lado oposto. O caçador os perseguirá e, se conseguir, pegar alguém antes que chegue ao círculo, este trocará de lugar com o caçador.
Pique com Bola
Formar um círculo com todas as crianças, com espaço entre elas. Uma será escolhida para ficar no meio do círculo com uma bola. Dado o sinal, a criança jogará a bola para qualquer colega e em seguida sairá do seu lugar. Este toma a bola, corre para o centro do círculo e continua a brincadeira.


Balões voadores
As crianças estarão uma ao lado da outra sobre uma linha marcada no chão. Cada uma receberá um balão de borracha, enchendo-o de ar o máximo possível, segurando com o dedo para não esvaziar. Quando o professor gritar, as crianças devem soltar os balões que voarão e girarão de diversas formas. Será vencedor o dono do balão que cair o mais longe da linha marcada.
Voa, não voa...
As crianças estarão assentadas em círculo. O professor falará o nome de uma ave, e as crianças deverão mover os braços e as mãos como se estivessem voando. Quando o professor falar o nome de algo que não voa, as crianças deverão ficar com os braços e mãos imobilizados. Quem errar sai da brincadeira ou pa
ga uma prenda. Ex: " Borboleta voa?( Todos imitarão o vôo.)Jacaré voa?(Todos deverão ficar imóveis). O professor deverá usar sua habilidade para enganar as crianças.

Fonte: Apostila + de 100 dicas de brincadeiras PPD.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Professores que fazem a diferença




Professor que faz a diferença é aquele tipo inesquecível, que vai fundo em tudo o que faz e contagia os alunos com seu entusiasmo. E você, também é assim?”

Faz diferença... ... acreditar no seu poder

Os alunos apresentam melhor rendimento em Português e Matemática quando os professores acreditam no poder de sua atuação profissional.

Se, diante de problemas de aprendizagem, um professor não joga a culpa nas características do aluno – dizendo que ele não tem disciplina, não se esforça ou não é assíduo –, nem atribui o insucesso escolar àquilo que considera ser característica predominante nas famílias: lares desestruturados ou pais desinteressados, ele mostra que tem confiança em sua capacidade para encontrar formas de equacionar e resolver tais problemas. E quando o professor tem um autoconceito elevado, ele faz com que seus alunos “cheguem lá”.

Para este professor, não é normal que uma criança, por ser pobre, fracasse na escola. Ele tem a convicção de que todo aluno é capaz de aprender, e de que, portanto, ninguém deveria ser reprovado ao final do ano. Sabe quanto uma reprovação é danosa ao amor-próprio e a auto-confiança do estudante. Por isso, trabalha com a recuperação contínua dos alunos que ficam abaixo da média. Quando o professor encara as dificuldades de aprendizagem como dificuldades de ensino, que podem ser equacionadas, ou como desafios a serem enfrentados, ele cresce profissionalmente e seus alunos progridem.

... utilizar livros e recursos didáticos diversificados na sala de aula

O aluno não constrói conhecimentos apenas ouvindo e copiando lições da lousa. Todos sabemos que observar imagens, manusear livros e revistas, assistir a vídeos, consultar mapas e dicionários, jogar, são atividades essenciais para que crianças e jovens possam estabelecer comparações, analisar, avaliar e interpretar dados e informações e, assim, aprender.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

CONHECENDO E SE ADAPTANDO NA NOVA ESCOLA



ATIVIDADES DA EDUCAÇÃO INFANTIL

Problematização:
1º dia de aula, a caminhada para a escola significa término das férias e para os novatos um mundo novo e desconhecido. Nem sempre este dia é tão esperado e desejado.
Ao freqüentar um ambiente novo, a criança necessita de um período para se adaptar ao espaço, às pessoas e às novas relações que vão surgir.
De acordo com Wallon é por meio das emoções que a criança se relaciona com o mundo e se desenvolve. E o aspecto emocional está intimamente ligado ao orgânico: alteração dos batimentos cardíacos, respiração, tensão muscular. Assim a criança precisa expressar suas emoções e relacionar-se afetivamente com o mundo. E cá entre nós, não são apenas as crianças que têm o coração acelerado, o que se vê de olhos arregalados, de cabelos despenteados, de sorrisos tensos entre professores que precisam controlar as mais variadas reações das crianças não é nada moleza!
Assim, o professor ao avistar as carinhas conhecidas ou totalmente desconhecidas deverá ter em mente que a adaptação da criança se dará pelo esforço que ela fará para ficar bem no espaço coletivo, onde o relacionamento e as regras são diferentes daquelas que ela vivência em casa. E que não será suficiente somente o esforço da criança para se ajustar à nova situação. Será da responsabilidade do professor acolher, aconchegar e procurar o bem estar físico e emocional da criança.
Para Vygotsky é nas relações pessoais que o ser humano se constrói, é por meio delas que o indivíduo internaliza os elementos da cultura. Então este poderá se tornar o tempo ideal para promover uma aproximação entre alunos e professores, uma vez que a criança na Educação Infantil está na fase de se auto conhecer e perceber o espaço em que está inserida e ao mesmo tempo começa a dividir espaço e experiências com os coleguinhas.
Sendo assim, como a professora e a Equipe Escolar poderão proporcionar uma acolhida agradável e cheia de segurança para seus alunos?

Objetivo Geral:
ü Proporcionar um ambiente agradável e acolhedor, visando o bem-estar do educando e sua adaptação à nova Escola.
Objetivos Específicos:
ü Familiarizar a criança ao espaço escolar e sua rotina;
ü Interagir de maneira lúdica com o professor e com os colegas;
ü Proporcionar atividades nas quais as crianças sintam-se á vontade para manifestar suas emoções e necessidades.

O que já sabemos sobre:
O que queremos saber sobre:
O que aprendemos sobre:

ü A escola é um lugar onde posso conhecer outras pessoas e aprender.
ü Conviver com outras pessoas;
ü Seguir rotinas;
ü O nome da escola, dos colegas e da professora;
ü Conhecer e saber localizar-me nos diversos ambientes da escolar.

Data:11/02/2007
Intencionalidade Pedagógica:
ü Reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações do cotidiano;
ü Interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social;
ü Comunicar idéias matemáticas, hipóteses, processos utilizados e resultados encontrados em situações-problema relativas a quantidade.
ü Ampliar as possibilidades expressas do próprio movimento, utilizando gestos diversos e o ritmo corporal nas suas brincadeiras, danças, jogos e demais situações de interação.

Atividades:
08:00 as 09:20 – Linguagem Oral e Escrita
Receber os alunos no portão, encaminha-los para sala, deixar que entrem e explorem seu novo ambiente de ensino/aprendizagem.
Logo após todos terem se acomodado, com o uso de 1 fantoche, iniciar as apresentações, iniciando pela professora, logo após o fantoche passará de mão em mão, onde cada criança falará seu nome.
Em seguida, vamos cantar a canção de Boas Vindas: “Bom dia, como vai?”
Bom dia, amiguinho, como vai?
Bom dia, amiguinho, como vai?
Faremos o possível para sermos bons amigos!
Bom dia, amiguinho, como vai?
Ao término da apresentação e da canção, a professora chamará os alunos, um a um, para que identifiquem seus crachás. Explicar que todos os dias eles deverão usá-los para ficar mais fácil a identificação no portão. (nesta atividade já será notado quem já identifica ou não seu nome).

09:20 as 10:40 – Natureza e Sociedade/Matemática
Agora vamos fazer um passeio pela escola, conhecendo e apresentando todos os ambientes para que as crianças se familiarizem com sua nova “casa”.
Ao retornar a sala, fazer a roda da conversa, comentando sobre o que tem na escola e o que mais gostaram. Logo após entregar a atividade: “Na minha escola tem:” (anexo 01). Ao término da atividade, todos juntos vamos contar quantas respostas foram coloridas e quantas não foram coloridas e vamos anotar com risquinhos. Ex.: III


10:40 as 12:00 – Movimento/Música
Vamos nos movimentar e cantar: a música “Se você está Feliz!”
Se você está feliz...
Bata palmas.
Se você está feliz...
Bata os pés.
Se você está feliz...
Dê pulinhos.
Se você está feliz...
Dê uma voltinha.
Se você está feliz...
Dê gargalhada.
Se você está feliz é tão fácil acreditar.
Se você está feliz...
Após a brincadeira vamos conversar sobre o dia, fazer alguns lembretes e nos despedir com a canção: “Onde está a minha mão?”
Onde está a minha mão?
Estou aqui.
Onde está a outra mão?
Estou aqui.
- Como vai você?
- Eu vou muito bem!
- Eu já vou embora!
- Eu já vou também!
- Tchau!
- Tchau!
- Tchau!



Data:12/02/2007
Intencionalidade Pedagógica:
ü Ampliar as possibilidades expressas do próprio movimento, utilizando gestos diversos e o ritmo corporal nas suas brincadeiras, danças, jogos e demais situações de interação.
ü Explorar e utilizar de alguns procedimentos necessários para desenhar, realizar dobradura, pintar, etc.

Atividades:
08:00 as 09:20 – Música
Receber os alunos no portão, encaminha-los para sala, iniciar com a canção de Boas Vindas: “Bom dia, como vai?”
Bom dia, amiguinho, como vai?
Bom dia, amiguinho, como vai?
Faremos o possível para sermos bons amigos!
Bom dia, amiguinho, como vai?
Fazer a toda da conversa, deixar que contem suas novidades.
Posteriormente fazer a Ginástica historiada:
“As Sementinhas”.
Crianças em fileiras ou em roda.

Chegou a hora de plantar
A linda sementinha.

Bater as pontas dos dedos da mão direita sobre a palma esquerda.
Variação: Uma semente, duas sementes, três sementes... todas as sementes.

Vou cobri-la com a terra.
Para ela não fugir.

Com a mão direita, fechar um dedo de cada vez da mão esquerda.
Terminar cobrindo-a com a mão direita.

Chega a chuva pra molhar
A terra e a sementinha.

Com os dedos da mão direita, movimentar-se sobre a mão esquerda.

Vem o sol com seu calor,
Pra cuidar da sementinha.

Abrir e fechar as pontas dos dedos da mão direita, no alto, como raios de sol.

A sementinha vai brotar
E mostrar uma folhinha.

Esticar, um a um, os dedos da mão esquerda, começando com o polegar.

E a plantinha cresceu, cresceu,
Carregada de florzinhas!

Lentamente, levar as mãos juntas para o alto, em forma de flor.

Após a brincandeira, solicitar que ilustrem a Ginástica Historiada. (anexo 02)


09:20 as 10:40 – Artes Visuais
Fazer a Dobradura da Escola, colar em sulfite e pedir que ilustrem o desenho da escola. (anexo 03).

10:40 as 12:00 – Movimento

Distribuir massinha e permitir que eles façam modelagens livremente. Que exponham seus desejos e sentimentos.
Para terminar a aula e a semana, conversar sobre o dia, fazer alguns lembretes e nos despedir com a canção: “Onde está a minha mão?”
Onde está a minha mão?
Estou aqui.
Onde está a outra mão?
Estou aqui.
- Como vai você?
- Eu vou muito bem!
- Eu já vou embora!
- Eu já vou também!
- Tchau!
- Tchau!
- Tchau!

RECURSOS UTILIZADOS
ü Cartolina, cola, tesoura, barbante, sulfite, músicas infantis, dobradura, jogos e brincadeiras, giz, lápis de cor.

MATERIAIS DE PESQUISA:
ü ASSIS, REGINA DE. MULTIEDUCAÇÃO, UMA NOVA LINGUAGEM PARA A ESCOLA. ESCOLA & VÍDEO, Rio de Janeiro (RJ): n. 9, p. 15-17, ago.1994.
ü Apostila de Jogos Infantis elaborado pelo INSTITUTO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE JUIZ DE FORA
ü Pesquisa ao site: http://www.4shared.com/
ü AROEIRA, Maria Luisa Campos. Projetos para a Educação Infantil . Módulo 2. Belo Horizonte: Dimensão, 2004

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

SONDAGEM


Considerações sobre uma Sondagem da Escrita nas séries iniciais do Ensino Fundamental
( mando o mapa por email é só pedir: repironatto35@gmail.com)

Elaborado por Regina Célia Pironatto Camargo

Todos que estamos na área da educação nas séries iniciais do Ensino Fundamental, reconhecemos que uma mudança significativa nas concepções de aprendizagem e ensino da língua escrita vem ocorrendo desde os anos 80.Essa mudança decorre principalmente da Psicologia Genética piagetiana que na década de 80 traz uma nova compreensão do processo de aprendizagem da língua escrita, através das pesquisas e publicações de Emília Ferreiro. Tal fato obrigou a uma revisão radical das concepções do sujeito aprendiz da escrita e de suas relações com esse objeto de aprendizagem, a língua escrita.
Se por um lado essa mudança ocorreu e é realmente significativa, por outro percebemos que ela não atingiu a totalidade dos professores que atuam com classes de alfabetização no Ensino Fundamental, do Pré III até 2ª série,ensino de 9 anos.
Atualmente, defrontamos com basicamente dois tipos de professores alfabetizadores: o professor que valoriza o produto- final ( ler e escrever ) e entende- o como aquisição de habilidades ( coordenação- motora, discriminação visual, auditiva, etc) e uma segunda corrente que entende a alfabetização como a compreensão do modo de construção do conhecimento, daí a valorização das hipóteses que a criança desenvolve sobre a escrita.
Essas duas concepções determinam as diferenças na prática pedagógica e nos resultados que as crianças alcançam.

Como professora alfabetizadora dediquei muitos anos a primeira vertente acima apresentada ( o professor que valoriza o produto- final) até que comecei a questionar a eficácia do método utilizado e iniciei um ciclo de mudanças: esta ou aquela cartilha, este ou aquele material ou até a mistura deles.

É claro que esta situação de indecisão refletia também um sistema educacional que é falho ao capacitar seus professores, mas não é esse aspecto que pretendo focalizar no momento.
A verdade é que em dado momento da minha profissão optei pela segunda vertente: “entender a alfabetização como compreensão dos meios que a criança utiliza para representar a construção do seu conhecimento sobre a língua escrita” (Kramer,1986).
Isso significou entender o processo evolutivo dos meus alunos, tornando-se assim, imprescindível conhecer determinados aspectos desta evolução, essenciais para uma prática pedagógica consciente.
Eis porque escolhi relatar neste texto uma das possibilidades de ação docente na orientação do processo de aquisição da base alfabética do sistema de escrita, dentro dos pressupostos de pressupostos construtivistas: a Sondagem da Escrita.
A Sondagem da Escrita é um recurso essencial para o professor alfabetizador, pois permite identificar quais hipóteses as crianças têm acerca do funcionamento da língua. Só assim o professor estará apto a realizar mediações que permitam efetivamente a construção da base alfabética da escrita.
Faz-se, portanto, necessário apresentar uma breve análise dos níveis conceptuais lingüísticos, os quais apresento com a nomenclatura mais conhecida entre os professores:

1-Nível Pré - silábico

a) Fase Pictórica: a criança registra garatujas e desenhos.

Exemplo: > # ¨ {(FLOR) __))00 (MESA)

b) Fase Gráfica Primitiva: a criança registra símbolos ou letras misturadas com números.

Exemplo: NO21 (CARRO) WRV6N (ÁRVORE)

c) Fase Pré-Silábica: a criança começa a diferenciar letras de números, desenhos ou símbolos. Exemplo: TRAQ (CASA) AIVNOAXE (ABACAXI)

2. Nível 2: Silábico: a criança conta os “pedaços sonoros”, isto é, as sílabas, e coloca um símbolo (letra) para cada pedaço. Essa noção de cada sílaba corresponder a uma letra pode acontecer com ou sem valor sonoro convencional.

Por exemplo: AO ( GATO ) ou GT ( GATO ) c/valor sonoro
LI (GATO) ou EI (GATO) s/ valor sonoro

3. Nível 3: Silábico- Alfabético: é um momento conflitante, pois a criança precisa negar a lógica do nível silábico. É quando o valor sonoro torna-se imperioso, e a criança começa a acrescentar letras principalmente na primeira sílaba.

Por exemplo: TOAT (TOMATE)

4. Nível 4: Alfabético: a criança reconstrói o sistema lingüístico e compreende a sua organização.

Exemplo: ela sabe que os sons L e A são grafados LA e que T e A são grafados TA e que, juntos, significam LATA.

5. Ortográfico : a criança apresenta-se na fase alfabética e necessita de intervenção do professor na ortografia.

Exemplo : conheceno;convesa;lipesa;,vamus; pasarino;aí ele passo lá; aí ele foi juto
o pedlero é ipotate pala noise.
meupaiconeçel um muler oteme. (hipersegmentação) de mais
o pa as ri no fo avu andu no cel. (hiposegmentação) de menos


REALIZANDO UMA SONDAGEMAS INVESTIGAÇÕES SOBRE A PSICOGÊNESE DA LÍNGUA ESCRITA PERMITEM AO PROFESSOR ATUAR COMO MEDIADOR NO PROCESSOR ENSINO-APRENDIZAGEM E FORNECER PISTAS PARA O APRENDIZ TORNAR-SE ALFABÉTICO.NESSE PROCESSO, A SONDAGEM DIAGNÓSTICA CAPACITA O EDUCADOR A CONHECER AS HIPÓTESES DAS CRIANÇAS ENVOLVIDAS.PARA REALIZAR UMA SONDAGEM ESCOLHE-SE QUATRO PALAVRAS (UMA POLISSÍLABA,UMA TRISSÍLABA,UMA DISSÍLABA E UMA MONOSSÍLABA,NESTA ORDEM) E UMA FRASE DE UM MESMO CAMPO SEMÂNTICO.UMA DAS PALAVRAS DITADAS ANTERIORMENTE DEVE APARECER NESTA FRASE.


EXEMPLO": Lista de animais
DINOSSAURO
TUCANO
GATO
CÃO

O GATO DORMIU NA SALA.


Evitar palavras com sílabas contíguas ,tipo urubu.
Mas já existem estudos que ,algumas crianças permitem essa hipótese de escrita ,devido ao letramento.


PEDE-SE ENTÃO,PARA QUE A CRIANÇA(atividade individual) ESCREVA DO JEITO QUE SOUBER.É IMPORTANTE PEDIR PARA QUE ELA LEIA,APONTANDO AS LETRAS E OS SINAIS CORRESPONDENTES À FALA.A PARTIR DO MATERIAL INVESTIGADO EM UMA SONDAGEM,PODE-SE REFLETIR SOBRE O PENSAMENTO DA CRIANÇA E PERCEBER SUA HIPÓTESE LINGUÍSTICA.



Esta sondagem deve ser realizada individualmente, na primeira semana de aula e a cada 15 ou 30 dias de acordo com a evolução da classe. assim formar na sala grupos de trabalhos com hipóteses próximas.Esse agrupamento tem por finalidade a desestruturação das hipóteses pré-silábica, silábica e silábica - alfabética e por meio de conflito, assimilação e acomodação, chegar à hipótese alfabética

COMO A SONDAGEM DEVE SER UTILIZADA
* INSTRUMENTO PARA ANALISAR AS HIPÓTESES DA CRIANÇA A PARTIR DE ATIVIDADES SIGNIFICATIVAS,COLOCANDO A CRIANÇA DIRETAMENTE EM CONTATO COM O DESAFIO DE ESCREVER.
* SUBSÍDIO PARA O PROFESSOR;
* INSTRUMENTALIZADOR DO PROCESSO;
* CONHECER O QUE A CRIANÇA PENSA DE FORMA GERAL SOBRE A ESCRITA,QUAL A LÓGICA QUE UTILIZA NAQUELE MOMENTO PARA ESCREVER;
* ANALISAR AS HIPÓTESES DAS CRIANÇAS A PARTIR DE UMA PROPOSTA SIGNIFICATIVA,QUE FAZ PARTE DE UMA SEQUÊNCIA DE ATIVIDADE,ELA SABE PORQUE ESTÁ ESCREVENDO E PARA QUE ESTÁ ESCREVENDO,TENDO UMA FUNÇÃO SOCIAL;
* COLECIONAR PRODUÇÕES DAS CRIANÇAS:COM ESSE MATERIAL É POSSÍVEL FAZER UM ACOMPANHAMENTO PERIÓDICO DA APRENDIZAGEM DA CRIANÇA E FORMULAR INDICADORES QUE PERMITAM TER UMA VISÃO DA EVOLUÇÃO DA HIPÓTESE DE ESCRITA DA CRIANÇA AO LONGO DO PROCESSO.


OBJETIVOS DA SONDAGEM
*INSTRUMENTO PARA MAPEAR O CONHECIMENTO DAS CRIANÇAS SOBRE A ESCRITA;
* REORIENTAR SUA PRÁTICA PEDAGÓGICA;

*MATERIAL DE PESQUISA PARA DEFINIR AS POSSÍVEIS INTERVENÇÕES;
* ELABORAR SEU PLANEJAMENTO,PROPONDO SITUAÇÕES CAPAZES DE GERAR NOVOS AVANÇOS NA APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS;
*OBTER DADOS SOBRE O PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE CADA CRIANÇA.


PALAVRAS do mesmo de Campos semânticos para diagnóstico: Não esqueça a frase


Partes do corposobrancelha
cabeça ou barriga;orelha
perna ou braço;dedo;unha
pé ou mão

O menino machucou _ _ _ _

Material escolarlapiseira;apontador
caderno ou caneta;massinha;mochila
livro ou lápis;papel;cola
giz

Animaismariposa ou dinossauro;rinoceronte
formiga ou,esquilo, coelho
tigre ou onça;urso
cão ou rã

O tigre está na floresta

Flores· crisântemo
· begônia
· rosa
· lis

Alimentosespaguete
açúcar
leite
sal

Festa Junina· bandeirinha
· pipoca
· bingo
· som

na sala temcomputador
estante
sofá
som

Doces· gelatina;brigadeiro;pirulito
· paçoca;geléia
· pudim;torta
· mel;bis

Higienesabonete
escova
talco
gel

Temperos· cebolinha
· pimenta
· alho
· sal

Ferramentas· furadeira
· martelo
· chave
· pá

Brinquedos· escorregador
· boneca
· bola
· pá

Sentimentos· felicidade
· carinho
· amor
· paz

Bebidas· vitamina
· refresco
· café
· chá

Escritório· grampeador;computador
· caneta
· mesa;papel
· giz

Famíliaafilhado
madrinha
sogra
mãe

Utensílios de limpeza
aspirador
vassoura
balde



Algumas conclusões
Neste contexto é preciso que o professor possua conhecimentos e habilidades específicos, os quais permitirá a ele dirigir e orientar com segurança as tentativas de escrita da criança, saber identificar em que estágio do processo de apropriação do sistema a criança se encontra, saber interpretar as hipóteses, selecionar e organizar dados, decidindo que aspectos devem ser priorizados e saber, acima de tudo, levar a criança a confrontar as suas hipóteses com as convenções e regras do sistema e a partir de tudo isso conduzi-la à escrita ortográfica.

Essa nova concepção exige um professor:· Que aceite o pressuposto básico que o aluno é sujeito do seu próprio conhecimento, ou seja, constrói seu conhecimento.
· Que esteja disposto a compartilhar e pedir ajuda a outros parceiros e professores
· Que não esconda suas frustrações e progressos
· Que seja investigativo e tenha a coragem de mudar
· Que aposte em sua própria capacitação ,individual ou coletiva
· Que se de uma oportunidade ,que faça a diferença

Eis, portanto, o nosso maior desafio:



"Mudar o nosso papel de doador de informações para mediador da aprendizagem!"
Agora montei uma sondagem de matemática ,para seres iniciais.

envio por email repironatto35@gmail.com


Sondagem da Escrita

MAPA DA CLASSE
Considerações sobre uma Sondagem da Escrita nas séries iniciais do Ensino Fundamental
Elaborado por Regina Célia Pironatto Camargo
Todos que estamos na área da educação nas séries iniciais do Ensino Fundamental, reconhecemos que uma mudança significativa nas concepções de aprendizagem e ensino da língua escrita vem ocorrendo desde os anos 80.Essa mudança decorre principalmente da Psicologia Genética piagetiana que na década de 80 traz uma nova compreensão do processo de aprendizagem da língua escrita, através das pesquisas e publicações de Emília Ferreiro. Tal fato obrigou a uma revisão radical das concepções do sujeito aprendiz da escrita e de suas relações com esse objeto de aprendizagem, a língua escrita.
Se por um lado essa mudança ocorreu e é realmente significativa, por outro percebemos que ela não atingiu a totalidade dos professores que atuam com classes de alfabetização no Ensino Fundamental, do Pré III até 2ª série,ensino de 9 anos.
Atualmente, defrontamos com basicamente dois tipos de professores alfabetizadores: o professor que valoriza o produto- final ( ler e escrever ) e entende- o como aquisição de habilidades ( coordenação- motora, discriminação visual, auditiva, etc) e uma segunda corrente que entende a alfabetização como a compreensão do modo de construção do conhecimento, daí a valorização das hipóteses que a criança desenvolve sobre a escrita.
Essas duas concepções determinam as diferenças na prática pedagógica e nos resultados que as crianças alcançam.
Como professora alfabetizadora dediquei muitos anos a primeira vertente acima apresentada ( o professor que valoriza o produto- final) até que comecei a questionar a eficácia do método utilizado e iniciei um ciclo de mudanças: esta ou aquela cartilha, este ou aquele material ou até a mistura deles.
É claro que esta situação de indecisão refletia também um sistema educacional que é falho ao capacitar seus professores, mas não é esse aspecto que pretendo focalizar no momento.
A verdade é que em dado momento da minha profissão optei pela segunda vertente: “entender a alfabetização como compreensão dos meios que a criança utiliza para representar a construção do seu conhecimento sobre a língua escrita” (Kramer,1986).
Isso significou entender o processo evolutivo dos meus alunos, tornando-se assim, imprescindível conhecer determinados aspectos desta evolução, essenciais para uma prática pedagógica consciente.
Eis porque escolhi relatar neste texto uma das possibilidades de ação docente na orientação do processo de aquisição da base alfabética do sistema de escrita, dentro dos pressupostos de pressupostos construtivistas: a Sondagem da Escrita.
A Sondagem da Escrita é um recurso essencial para o professor alfabetizador, pois permite identificar quais hipóteses as crianças têm acerca do funcionamento da língua. Só assim o professor estará apto a realizar mediações que permitam efetivamente a construção da base alfabética da escrita.
Faz-se, portanto, necessário apresentar uma breve análise dos níveis conceptuais lingüísticos, os quais apresento com a nomenclatura mais conhecida entre os professores:
1-Nível Pré - silábico

a) Fase Pictórica: a criança registra garatujas e desenhos. Exemplo:
{(FLOR) (MESA)

b) Fase Gráfica Primitiva: a criança registra símbolos ou letras misturadas com números. Exemplo: NO21 (CARRO) WRV6N (ÁRVORE)

c) Fase Pré-Silábica: a criança começa a diferenciar letras de números, desenhos ou símbolos. Exemplo: TRAQ (CASA) AIVNOAXE (ABACAXI)

2. Nível 2: Silábico: a criança conta os “pedaços sonoros”, isto é, as sílabas, e coloca um símbolo (letra) para cada pedaço. Essa noção de cada sílaba corresponder a uma letra pode acontecer com ou sem valor sonoro convencional.Por exemplo: AO ( GATO ) ou GT ( GATO ) c/valor sonoro
LI (GATO) ou EI (GATO) s/ valor sonoro

3. Nível 3: Silábico- Alfabético: é um momento conflitante, pois a criança precisa negar a lógica do nível silábico. É quando o valor sonoro torna-se imperioso, e a criança começa a acrescentar letras principalmente na primeira sílaba. Por exemplo: TOAT (TOMATE)

4. Nível 4: Alfabético: a criança reconstrói o sistema lingüístico e compreende a sua organização. Exemplo: ela sabe que os sons L e A são grafados LA e que T e A são grafados TA e que, juntos, significam LATA.

5. Ortográfico : a criança apresenta-se na fase alfabética e necessita de intervenção do professor na ortografia.
Exemplo : conheceno;convesa;lipesa;,vamus; pasarino;aí ele passo lá; aí ele foi juto
o pedlero é ipotate pala noise.
meupaiconeçel um muler oteme. (hipersegmentação) de mais
o pa as ri no fo avu andu no cel. (hiposegmentação) de menos


REALIZANDO UMA SONDAGEMAS INVESTIGAÇÕES SOBRE A PSICOGÊNESE DA LÍNGUA ESCRITA PERMITEM AO PROFESSOR ATUAR COMO MEDIADOR NO PROCESSOR ENSINO-APRENDIZAGEM E FORNECER PISTAS PARA O APRENDIZ TORNAR-SE ALFABÉTICO.NESSE PROCESSO, A SONDAGEM DIAGNÓSTICA CAPACITA O EDUCADOR A CONHECER AS HIPÓTESES DAS CRIANÇAS ENVOLVIDAS.PARA REALIZAR UMA SONDAGEM ESCOLHE-SE QUATRO PALAVRAS (UMA POLISSÍLABA,UMA TRISSÍLABA,UMA DISSÍLABA E UMA MONOSSÍLABA,NESTA ORDEM) E UMA FRASE DE UM MESMO CAMPO SEMÂNTICO.UMA DAS PALAVRAS DITADAS ANTERIORMENTE DEVE APARECER NESTA FRASE.
EXEMPLO": Lista de animais
DINOSSAUROJACARÉGATOBOI
O GATO DORMIU NA SALA.
Evitar palavras com sílabas contíguas ,tipo urubu
PEDE-SE ENTÃO,PARA QUE A CRIANÇA(atividade individual) ESCREVA DO JEITO QUE SOUBER.É IMPORTANTE PEDIR PARA QUE ELA LEIA,APONTANDO AS LETRAS E OS SINAIS CORRESPONDENTES À FALA.A PARTIR DO MATERIAL INVESTIGADO EM UMA SONDAGEM,PODE-SE REFLETIR SOBRE O PENSAMENTO DA CRIANÇA E PERCEBER SUA HIPÓTESE LINGUÍSTICA.
Esta sondagem deve ser realizada individualmente, na primeira semana de aula e a cada 15 ou 30 dias de acordo com a evolução da classe. assim formar na sala grupos de trabalhos com hipóteses próximas.Esse agrupamento tem por finalidade a desestruturação das hipóteses pré-silábica, silábica e silábica - alfabética e por meio de conflito, assimilação e acomodação, chegar à hipótese alfabética

COMO A SONDAGEM DEVE SER UTILIZADA
* INSTRUMENTO PARA ANALISAR AS HIPÓTESES DA CRIANÇA A PARTIR DE ATIVIDADES SIGNIFICATIVAS,COLOCANDO A CRIANÇA DIRETAMENTE EM CONTATO COM O DESAFIO DE ESCREVER.* SUBSÍDIO PARA O PROFESSOR;* INSTRUMENTALIZADOR DO PROCESSO;* CONHECER O QUE A CRIANÇA PENSA DE FORMA GERAL SOBRE A ESCRITA,QUAL A LÓGICA QUE UTILIZA NAQUELE MOMENTO PARA ESCREVER;* ANALISAR AS HIPÓTESES DAS CRIANÇAS A PARTIR DE UMA PROPOSTA SIGNIFICATIVA,QUE FAZ PARTE DE UMA SEQUÊNCIA DE ATIVIDADE,ELA SABE PORQUE ESTÁ ESCREVENDO E PARA QUE ESTÁ ESCREVENDO,TENDO UMA FUNÇÃO SOCIAL;* COLECIONAR PRODUÇÕES DAS CRIANÇAS:COM ESSE MATERIAL É POSSÍVEL FAZER UM ACOMPANHAMENTO PERIÓDICO DA APRENDIZAGEM DA CRIANÇA E FORMULAR INDICADORES QUE PERMITAM TER UMA VISÃO DA EVOLUÇÃO DA HIPÓTESE DE ESCRITA DA CRIANÇA AO LONGO DO PROCESSO.


OBJETIVOS DA SONDAGEM
*INSTRUMENTO PARA MAPEAR O CONHECIMENTO DAS CRIANÇAS SOBRE A ESCRITA;* REORIENTAR SUA PRÁTICA PEDAGÓGICA;*MATERIAL DE PESQUISA PARA DEFINIR AS POSSÍVEIS INTERVENÇÕES;* ELABORAR SEU PLANEJAMENTO,PROPONDO SITUAÇÕES CAPAZES DE GERAR NOVOS AVANÇOS NA APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS;*OBTER DADOS SOBRE O PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE CADA CRIANÇA.





Sugestões de Campos semânticos para diagnóstico: Não esqueça a frase


Partes do corpo
sobrancelha
cabeça ou barriga;orelha
perna ou braço;dedo;unha
pé ou mão

O menino machucou _ _ _ _

Material escolar
lapiseira;apontador
caderno ou caneta;massinha;mochila
livro ou lápis;papel;cola
giz

Animais
mariposa ou dinossauro;rinoceronte
formiga ou,esquilo, coelho
tigre ou onça;urso
cão ou rã

O tigre está na floresta

Flores
· crisântemo
· begônia
· rosa
· lis










Alimentos
espaguete
açúcar
leite
sal

Festa Junina
· bandeirinha
· pipoca
· bingo
· som

na sala tem
computador
estante
sofá
som

Doces
· gelatina;brigadeiro;pirulito
· paçoca;geléia
· pudim;torta
· mel;bis

Higiene
sabonete
escova
talco
gel

Temperos
· cebolinha
· pimenta
· alho
· sal







Ferramentas
· furadeira
· martelo
· chave
· pá

Brinquedos
· escorregador
· boneca
· bola
· pá

Sentimentos
· felicidade
· carinho
· amor
· paz

Bebidas
· vitamina
· refresco
· café
· chá


Escritório
· grampeador;computador
· caneta
· mesa;papel
· giz

Família
afilhado
madrinha
sogra
mãe

Utensílios de limpeza
aspirador
vassoura
balde







Algumas conclusões

Neste contexto é preciso que o professor possua conhecimentos e habilidades específicos, os quais permitirá a ele dirigir e orientar com segurança as tentativas de escrita da criança, saber identificar em que estágio do processo de apropriação do sistema a criança se encontra, saber interpretar as hipóteses, selecionar e organizar dados, decidindo que aspectos devem ser priorizados e saber, acima de tudo, levar a criança a confrontar as suas hipóteses com as convenções e regras do sistema e a partir de tudo isso conduzi-la à escrita ortográfica.

Essa nova concepção exige um professor:
· Que aceite o pressuposto básico que o aluno é sujeito do seu próprio conhecimento, ou seja, constrói seu conhecimento.
· Que esteja disposto a compartilhar e pedir ajuda a outros parceiros e professores
· Que não esconda suas frustrações e progressos
· Que seja investigativo e tenha a coragem de mudar
· Que aposte em sua própria capacitação ,individual ou coletiva
· Que se de uma oportunidade ,que faça a diferença
Eis, portanto, o nosso maior desafio:
mudar o nosso papel de doador de informações
para mediador da aprendizagem!

domingo, 3 de fevereiro de 2008

CRACHÁ






OS CRACHÁS SÃO MUITO IMPORTANTES POIS IDENTIFICA OS MATERIAIS ,AS CRIANÇAS,PERSONALIZA
coloco alguns modelos
Etiquetas de cardenos,MOCHILAS,PASTAS,CRACHÁS

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Calendario de Fevereiro


Calendário é muito importante para a criança aprender a se localizar no tempo as sugestões estao no meu album picassa http://picasaweb.google.com/Reginapironatto/CALENDRIO