quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Para os Cadernos



Cadernos novos para iniciar o ano ,são uma delicia,adesivos,capinhas ,hum tudo de bom
Bom gosto....... eu adoroooooooooo

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Decorando nossa sala


Vamos organizar,decorar as nossa sala ,afinal os pequenos merecem um ambiente bem legal e gostoso

Lembrancinhas para a Semana de Adaptação
















Receber bem e com carinho faz parte do Acolhimento
Então , após as brincadeiras:dentro e fora da sala,
que tal umas lembrancinhas para a primeira semana.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Problemas de aprendizagem e Distúrbios de aprendizagem


Os problemas de aprendizagem referem-se às situações difíceis enfrentadas pela criança normal e pela criança normal com um desvio do quadro normal, mas com expectativa de aprendizagem longo prazo. Podemos considerar o problema de aprendizagem como um sintoma, e pela intensidade com que este se apresenta fica difícil para o professor diferenciar um distúrbio de um problema de aprendizagem. Portanto estabelecer claramente os limites que separam “problemas” de aprendizagem dos chamados “distúrbios” de aprendizagem, é uma tarefa muito complicada, que fica a critério do especialista na área em que a deficiência se apresenta. Ao educador cabe apenas detectar as dificuldades de aprendizagem que aparecem em sua sala e tentar encaminhar,mas não resolver.
Existem inúmeros fatores que desencadeiam problemas de aprendizagem:
DISTÚRBIOS DA ARTICULAÇÃO:
DISLALIA
Qualquer troca fonêmica na fala ou omissão. As mais comuns são:
/r/ /l/ = barata/balata claro/craro
/b/ /p/ = bola/pola
/f/ /v/ = faca/ vaca
/t/ /d/ = tapete / dapede
/k/ /t/ = (som de ca) casa / tasa
/z/ /s/ = som (za) casa / cassa
/g/ /k/ = gato / kato
Passam desapercebidos pelos pais e às vezes pelos professores. Só vão aparecer na alfabetização. Pode ser qualquer troca ou dificuldade na articulação, que pode ser uma falha na discriminação auditiva (vibração dos sons) ou uma anomalia congênita que causará um distúrbio articulatório e uma inabilidade dos órgãos fonoarticulatórios
SIGMATISMO
Ceceio anterior: é a língua entre os dentes (para fora) pode até causar um problema na arcada dentária. Aparece quando a criança produz o som do “S”.
Ceceio lateral : quando o escape do ar é lateral.
GAGUEIRA: alteração na fluência da fala.Pode se caracterizar por:
repetições = ba....ba...ba...bala;
excitações = ba / nnnnnnnn / nheiro;
bloqueios = não consegue iniciar a emissão ou uma frase ou palavra.
Na maioria das vezes é uma conseqüência do fator emocional.
DISTÚRBIOS DE LEITURA E ESCRITA
DISORTOGRAFIA
Caracteriza-se pela dificuldade de orientação no tempo e no espaço; a criança apresenta falhas de coordenação motora e como resultado, aglutina palavras ou comete omissões; durante o processo de alfabetização, comumente inverte sílabas (per-pre) ou algarismos (32-23) ou troca letras (f-v / p-b).
DISLEXIA
Confunde letras semelhantes na forma (p-q) ou no som (j-g) e também troca sílabas (telefone-tefelone) lê de modo monótono, pouco inteligível, silabando, não entende o que lê.
DISGRAFIA
Não possui senso de direção, sua letra é ruim e seu tônus (força muscular) é irregular, ora muito fraco, ora muito forte.
DISFONIACriança que fica rouca freqüentemente. Fala e lê muito alto.

BRINCADEIRAS


Fora da Sala de aula

Nome: Batatinha Frita 1 2 3 Idade: 3 e 4 anos Objetivos: Alcançar o colega antes que ele se vire. Procedimentos: Escolhe-se um coleguinha para ficar afrente do jogo, Os outros devem ficar a uma distância de uns 15 metros. Desenvolver: O jogo começa quando o coleguinha escolhido dar o sinal de início, depois disto ele vira de costa e grita: "Batatinha frita 1, 2, 3". Após isto todos os outro devem correr em sua direção para pegá-lo, até o momento que ele se virar, ai todo devem parar. Quem conseguir alcançá-lo neste meio tempo, tomará o seu lugar e a brincadeira recomeça, Caso ninguém o alcance, repete-se a brincadeira do ponto que todos param até se alcançar o amiguinho.

Nome: Duro ou Mole Idade: 5 anos Objetivos: Não ser pego. Procedimentos: É um jogo de pega- pega, só que quando alguém é pego, deve ficar imóvel, esperando alguém salvá-lo, ou seja, tocar nele para que fique livre novamente. Desenvolver: Na hora em que pegar alguém, o pegador diz: duro, e quando for salvo, o salvador diz: mole. A brincadeira acaba quando um coleguinha for pego mais de duas vezes. Material: Nenhum

Nome: Balança Caixão Idade: 6 anos Objetivos: O servo deverá procurar todos os outros. Os outros não podem ser encontrados. Procedimentos: Um coleguinha é sorteado como rei. Outro como servo. O servo deverá procurar todos os outros, que estarão escondidos. Desenvolver: O rei senta-se no trono. O servo apoia o rosto no seu colo; os outros formam uma fileira atrás do servo apoiando-se uns nas costas dos outros. Ai todos devem cantar: "Balança caixão Balança você Dá um tapa na bunda e vai se esconder." Assim o último da fila deve dar um tapa na bunda do coleguinha que está a frente e vai se esconder. Assim por diante até chegar a vez do servo, que terá de procurar todos. Material: Nenhum

Nome:" Dentro e fora" Objetivo: desenvolvimento da atenção, da percepção auditiva e da rapidez de reação. Procedimento: Traça-se um círculo bem grande no chão, dispondo as crianças em sua volta. Quando a professora ordenar "Dentro ou Fora", as crianças devem cumprir a ordem, pulando para dentro ou fora do círculo, conforme aquilo que a professora tenha dito.

Dentro da sala e aula
Nome: Telefone Sem Fio Idade: 3 e 4 anos. Objetivos: A palavra que chegar ao final deve ser a mesma do começo. Procedimentos: A professora deve dizer uma palavra para a primeira criança da primeira fileira e a palavra deve ser a mesma ao final Desenvolver: A criança que ouviu a palavra da professora deve passar para a de trás até que chegue na última criança da última fileira. Esta deverá falar a palavra que entendeu para todos ouvirem. Material: Nenhum.
Nome: Passa Anel Idade: 5 anos Objetivos: Descobrir com quem está o anel. Procedimentos: Os coleguinhas sentam-se na beira das calçadas. Um deles, em pé, vai passar o anel. Ficam todos com as mãos postas no colo. O que dirige a brincadeira também conserva as mãos fechadas, em idêntica posição, escondendo o anel. Começa então a passá-lo. Desenvolver: Vai fingindo que deixa o anel cair entre as mãos dos coleguinhas, um por um, enquanto isto vai cantando : "Ele vai ele vem, Já passou por aqui, Com seu cavalinho Comendo capim." Ou "O anel vai na mão ele cairá ou não! O anel vai na mão ele cairá ou não!" e afinal, solta-o nas mãos do colega escolhido, sem que os outro desconfiem. Feito isto, ele se afasta, dá um sopro nas próprias mãos, abrindo-as e mostrando que o anel desapareceu. E assim perguntando.- Quem tem o anel ? Se o colega interrogado responder, por sorte, adivinhando a companheira que tem o anel, esta é que vai passá-lo na vez seguinte. Se não acertar, recebe sentenças como esta : Que há de fazer ao dono da prenda? Há de ir dar um beijo na parede... etc. Material: Nenhum

DIREITOS E DEVERES

Já nos primeiros dias, estabelecer os famosos combinados pode evitar problemas e garantir um bom relacionamento ao longo do ano. Comece discutindo com a garotada o que espera do ano que se inicia e qual a melhor maneira de trabalhar em grupo para alcançar esses objetivos. Formule com todos (e escreva no quadro) a continuação das seguintes frases: "Temos direito a..." e "Somos todos responsáveis por...". Lembre-se de que a declaração de direitos e deveres deve ser inspirada nas normas gerais da escola - que os alunos precisam conhecer - e ser focada no que deve ser feito, e não no que é proibido. A etapa seguinte é descobrir o que as outras turmas da escola combinaram. A troca de informação, além de enriquecer os tratados feitos por eles, promove a integração com colegas de outras classes. Ao terminar, peça a cada um que copie os tratados e cole na agenda. Assim, o texto estará sempre à mão. Além disso, os estudantes podem produzir dois grandes cartazes em cartolina para pendurar naparede da classe.Recomendado para: 1ª à 8ª séries

Como é meu colega


Diga à classe que todos vão ganhar um "retrato". Pregue na parede uma folha de papel Kraft da altura da criança. Posicione o aluno de modo que fique encostado na folha e, com um lápis, desenhe o contorno do corpo dele. Estimule a turma a dizer como é o cabelo, o rosto, se usa óculos etc. Durante a atividade, repita muitas vezes o nome do aluno, para que os colegas memorizem. Faça o "retrato" de todos. Por fim, peça a um colega que desenhe o seu contorno, repetindo o processo de observação, para que as crianças também se familiarizem com você. Pendure os desenhos na parede e elogie o grupo. Nos dias seguintes, logo na entrada, pergunte à classe quem é cada um dos colegas desenhados e se ele está presente. Se estiver, ganha uma salva de palmas. Deixe os papéis expostos por algum tempo. É importante para os pequeninos que suas produções permaneçam ali até eles se sentirem pertencentes ao grupo e ao ambiente.Recomendado para: Educação Infantil

Um jeito gostoso de iniciar o ano...


ACOLHIMENTO

O retorno das crianças ou a entrada de crianças novas no início de um ano novo costuma ser tumultuado, tanto para as crianças como para os pais e professores. É sempre necessário certo esforço de adaptação às mudanças, seja das crianças que mudam de turma, seja das que começam a participar da vida da escola. Se o professor não se prepara para esse período e não planeja atividades que facilitem a adaptação de todos, acabará perdendo com muito choro, agitação e maior tensão, tanto dele quanto dos pais das crianças. Por isso, muitas escolas incluem no planejamento do início do ano a organização de um ambiente acolhedor. Em caso de crianças novas, essas escolas até recebem um dos pais ou membro da família da criança para permanecer com ela e acompanhar suas atividades nos primeiros dias, até ela estabelecer um vínculo com o professor.As atividades de início de ano devem ser planejadas para que propiciem atingir uma série de objetivos, tais como:Propiciar às crianças explorarem os espaços e objetos – é interessante que sempre haja algo de novo na escola, como a reorganização dos móveis e da decoração, bem como a presença de alguns brinquedos novos. Essas novidades estimulam as crianças. Então, o professor pode passar os primeiros dias visitando os diferentes espaços e explorando as novidades junto com as crianças. Propiciar às crianças se conhecerem, reverem a si e aos demais adultos da escola – nessas visitas é interessante o professor prever o tempo necessário para que as crianças de seu grupo interajam entre si, com crianças de outros grupos e com os adultos que vão encontrando pelo caminho. Se seu grupo é composto de crianças com idade acima de 3 anos, ele pode antes preparar, junto com as crianças, algumas perguntas interessantes para fazerem aos demais funcionários da escola ou para os pais de outras crianças que possam estar presentes nos locais que forem visitar. Criar condições para que se estabeleçam vínculos afetivos entre o professor e cada criança e entre as próprias crianças – sabemos o quanto são importantes esses vínculos para que a criança se sinta segura no ambiente e se solte para brincar. Por isso, o professor precisa estar especialmente atento para dedicar uma atenção individual a cada criança. Para isso, ele pode aproveitar todas as oportunidades que surgirem nas diferentes atividades que propuser, até mesmo nos momentos de refeição e higiene. Sabendo que, em função disso, cada atividade pode ser mais demorada do que de costume, é bom que não planeje muita coisa para fazer com as crianças num só dia.Ajudar as crianças a se apropriarem da organização do tempo, da seqüência das atividades que são desenvolvidas no decorrer do período em que ela permanecer na escola – particularmente para as crianças menores de 3 anos, entender essa organização é uma tarefa difícil! Mas, quanto mais rápido ela conseguir se localizar no tempo e no espaço, menos ameaçador este fica para ela e mais colaboradora ela se torna com o professor. Esta ajuda pode se dar de diferentes formas, a depender da idade das crianças, mas a mais eficaz é a fala do professor. Ele vai ensinando para as crianças o lugar das coisas, informando antecipadamente a elas o que vão fazer a seguir, dando o tempo necessário para que encerrem o que estão fazendo e repete em muitas situações do dia as atividades que já fizeram e quais ainda farão. Durante os primeiros dias podem ocorrer muito mais imprevistos do que de costume, exigindo muito da versatilidade do professor para alterar seus planos conforme as necessidades que observa surgirem por parte das crianças. Essa flexibilidade é fundamental, pois o mais importante é que elas estão se reconhecendo entre si e na relação com os adultos e aprendendo como agir no ambiente. Ou seja, elas estão desenvolvendo sua forma de se posicionar e sua identidade em relação às novas situações que se apresentam. A constituição da identidade individual e de grupo, tão necessária ao desenvolvimento e à aprendizagem, é algo que a criança pequena está começando a desenvolver e o professor pode ajudá-la muito nessa empreitada.A partir de dois ou três anos de idade a criança sabe seu nome, o nome de alguns colegas, de seus pais, do professor, da escola... E começa a desenvolver algum sentimento de pertença a um grupo.Sabendo disso, o professor pode planejar uma seqüência de atividades que lhe permitam, junto com as crianças, construir uma identidade para o grupo por meio da escolha de um nome para ele. Em vez de estabelecer o nome do grupo com Maternal ou Jardim, que é muito impessoal e de pouco significado para as crianças, ele pode levar o grupo a escolher seu próprio nome.Estabelecendo um momento diário para tratar sobre esse assunto com as crianças, ele pode:No primeiro dia propor brincadeiras com os nomes das crianças, de forma que elas os repitam muitas vezes e os associem a coisas de que gostam. No segundo, apresentar a questão de que precisam escolher um nome para o grupo, permitindo que elas dêem suas sugestões e recuperando, sempre que possível, as coisas de que falaram no dia anterior. Em seguida, organizar com as crianças uma lista onde constem as alternativas de nome levantadas. Nos dias seguintes, tantos quantos forem as alternativas de nome, cada alternativa é explorada, por meio de uma investigação sobre o significado de cada possível nome. Isso pode ser feito por meio de livros, internet, visitas, brincando com objetos e sempre encerrando-se esse momento com a proposta de que as crianças registrem o que conheceram a respeito de determinado nome. Paralelamente, o professor organiza formas de divulgar às famílias o que está se passando, fixando cartazes e as produções das crianças em locais visíveis, já combinando com eles e preparando um evento especial: o dia de eleição do nome da turma. Nos dias que se seguem, o professor prepara as cédulas e uma urna com as crianças, à medida que lhes explica o que é uma eleição e combina com elas algumas regras para que ela ocorra. Muitos conflitos positivos podem surgir entre as crianças, que se envolvem e torcem para que ganhe o nome que cada uma escolheu. Esses conflitos serão ricas oportunidades para o professor trabalhar com elas seus temores e dificuldades com perdas, fortalecendo-as para a convivência em grupo.Chegado o grande dia, que pode ter um pequeno lanche para ser oferecido aos pais que chegam para votar, há que se cumprir também o ritual do mesário e das assinaturas de presença antes de votar! Este mesário pode ser um familiar de alguma das crianças que esteja disponível nesse dia, que controlará os votos das crianças e dos adultos, fazendo a apuração no final do dia.Junto com as crianças, no dia seguinte, é feita uma comemoração – qualquer coisa especial, ou diferente da rotina, como um piquenique, por exemplo – para celebrar o fato de que o grupo passa a ter um nome pelo qual será chamado. Uma seqüência de atividades desse tipo pode durar entre duas semanas e um mês. É o período em que as adaptações se acomodam e as pessoas – crianças e adultos – se organizam para acompanhar a vida escolar que transcorrerá no ano. Como você viu, professor, ela também já insere conteúdos essenciais para o desenvolvimento das crianças, tais como a constituição da identidade e a aprendizagem de formas de se relacionar nesse universo coletivo.Se você gostou da idéia, planeje o mesmo para o seu grupo e bom trabalho!FONTE: Revista Criar / Artigos

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE


.

1. Direito à igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade.
2. Direito à especial proteção para seu desenvolvimento físico, mental e social.
3. Direito a um nome e a uma nacionalidade.
4. Direito a alimentação, moradia e assistência médica adequadas para a criança e a mãe.
5. Direito a educação e a cuidados especiais para a criança física ou mentalmente deficientes.
6. Direito ao amor e à compreensão por parte dos pais e da sociedade.
7. Direito à educação gratuita e ao lazer infantil.
8. Direito de ser socorrido em primeiro lugar no caso de catástrofes.
9. Direito de ser protegido contra o abandono e a exploração no trabalho.
10. Direito a crescer dentro de um espírito de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos.

49 IDÉIAS SOBRE ALFABETIZAÇÃO



Dicas e mais dicas:


Use jogos educativos nas suas aulas.

- Desenvolva atividades lúdicas com seus alunos.

- Procure introduzir cada novo conteúdo de forma diferente.

- Mude a disposição das cadeiras e mesas na sala de aula.

- Faça os alunos participarem das aulas.

- Troque de ambiente e dê aula no pátio da escola, por exemplo.

- Explore cartazes, vídeos, filmes.

- Traga jornais e revistas para a sala de aula.

- Aproveite todo o ambiente escolar.

- Crie aulas diferentes e divertidas.

- Elabore situações problemas para os seus alunos resolverem.

- Busque auxílio nos meios de comunicação.

- Troque experiências com os colegas.

- Valorize as opiniões de seus alunos.

- Peça sugestões aos seus alunos quando for preparar suas aulas.

- Faça trabalhos em pequenos grupos ou grupos sucessivos.

- Solicite uma avaliação das suas aulas aos seus alunos.

- Incentive e estimule a aprendizagem dos seus alunos.

- Deixe transparecer que você acredita e valoriza o seu trabalho.
(Artigo de Maria Luiza Kraemer)

Jogos e atividades - ALFABETIZAÇÃO

Analise cada jogo abaixo e aplique aos alunos de forma a ajudarem a refletirem sobre a escrita e leitura.


1- Jogo dos 7 erros : a profª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, substitui uma letra por outra que não faça parte da palavra. A criança deve localizar essas 7 substituição.



2- Jogo dos 7 erros : a profª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, inverte a ordem de 2 letras (ex: cachorro – cachroro). A criança deve achar esses 7 erros.



3- Jogo dos 7 erros : a profª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, omite uma letra. O aluno deve localizar os 7 erros.



4- Jogo dos 7 erros : a profª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, acrescenta 1 letra que não existe. A criança deve localizar quais são elas.



5- Jogo dos 7 erros : a profª escreve um texto conhecido (musica, parlenda, etc.) e substitui 7 palavras por outras, que não façam parte do texto. O aluno deve achar quais são elas.



6- Jogo dos 7 erros : a profª escreve um texto conhecido (musica, parlenda, etc.) e omite 7 palavras. O aluno deve descobrir quais são elas.


7- Jogo dos 7 erros : a profª escreve um texto conhecido (musica, parlenda, etc.) e inverte a ordem de 7 palavras. O aluno deve localizar essas inversões.



8- Jogo dos 7 erros: a profª escreve um texto conhecido (musica, parlenda, etc.) e acrescenta 7 palavras que não façam parte dele. A criança deve localizar quais são elas.



9- Caça palavras: a profª monta o quadro e dá só uma pista: "Ache 5 nomes de animais" por exemplo.



10- Caça palavras : a profª monta o quadro e escreve, ao lado, as palavras que o aluno deve achar.



11- Caça palavras no texto: a profª dá um texto ao aluno e destaca palavras a serem encontradas por ele, dentro do texto.



12- Jogo da memória : o par deve ser composto pela escrita da mesma palavra nas duas peças, sendo uma em letra bastão, e a outra, cursiva.



13- Jogo da memória: o par deve ser idêntico e, em ambas as peças, deve haver a figura acompanhada do nome.



14- Jogo da memória: o par deve ser composto por uma peça contendo a figura, e a outra, o seu nome.



15- Cruzadinha: A profª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o nome. Mas, para ajudá-las, faz uma tabela com todas as palavras da cruzadinha em ordem aleatória. Assim, a criança consulta a tabela e "descobre" quais são os nomes pelo número de letras, letra inicial, final, etc.



16- Cruzadinha: A profª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o nome. Mas, para ajudá-las, faz um quadro com todos os desenhos e seus respectivos nomes, para que a criança só precise copiá-los, letra a letra.



17- Cruzadinha: A profª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança escreva seus nomes.



18- Bingo de letras : as cartelas devem conter letras variadas. Algumas podem conter só letras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras, letras dos dois tipos, misturadas.



19- Bingo de palavras: as cartelas devem conter palavras variadas. Algumas podem conter só palavras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras, letras dos dois tipos.



20- Bingo: a profª deve eleger uma palavra iniciada por cada letra do alfabeto e distribuí-las, aleatoriamente, entre as cartelas. (+/- 6 palavras por cartela). A profª sorteia a letra e o aluno assinala a palavra sorteada por ela.



21- Bingo : as cartelas devem conter letras variadas. A profª dita palavras e a criança deve procurar, em sua cartela, a inicial da palavra ditada.

22- Quebra cabeça de rótulos : a profª monta quebra cabeças de rótulos e logomarcas conhecidas e, na hora de montar, estimula a criança a pensar sobre a "ordem das letras"



23- Dominó de palavras: em cada parte da peça deve estar uma palavra, com a respectiva ilustração.



24- Ache o estranho: a profª recorta, de revistas, rótulos, logomarcas, embalagens, etc. Agrupa-os por categoria, deixando sempre um "estranho" (ex: 3 alimentos e um produto de limpeza; 4 coisas geladas e 1 quente; 3 marcas começadas por "A" e uma por "J"; 4 marcas com 3 letras e 1 com 10, etc.) Cola cada grupo em uma folha, e pede ao aluno para achar o estranho.



25- Procure seu irmão : os pares devem ser um rótulo ou logomarca conhecidos e, seu respectivo nome, em letra bastão.



26- "Procure seu irmão": os pares devem ser uma figura e sua respectiva inicial.



27) Jogo do alfabeto: Utilize um alfabeto móvel (1 consoante para cada 3 vogais).

Divida a classe em grupo e entregue um jogo de alfabeto para cada um.

Vá dando as tarefas, uma a uma:

v levantar a letra ___

v organizar em ordem alfabética

v o professor fala uma letra e os alunos falam uma palavra que inicie com ela.

v formar frases com a palavra escolhida

v formar palavras com o alfabeto móvel

v contar as letras de cada palavra

v separar as palavras em sílabas

v montar histórias com as palavras formadas

v montar o nome dos colegas da sala

v montar os nomes dos componentes do grupo



28) Pares de Palavras

Objetivo: utilizar palavras do dicionário

Destreza predominante: expressão oral

Desenvolvimento: O professor escolhe algumas palavras e as escreve na lousa dentro de círculos (1 para cada palavra). Dividir a classe em duplas. Cada dupla, uma por vez, dirigir-se-á até a lousa e escolherá um par de palavras formando uma frase com elas. A classe analisará a frase e se acharem que é coerente a dupla ganha 1 ponto e as palavras são apagadas da lousa. O jogo termina quando todas as palavras forem apagadas.



29) Formando palavras

Número de jogadores: 4 por grupo.

Material: 50 cartões diferentes (frente e verso) – modelo abaixo.






Um kit de alfabeto móvel por grupo (com pelo menos oito cópias de cada letra do alfabeto)

Desenvolvimento: Embaralhe os cartões e entregue dez deles para cada grupo;
Marque o tempo – 20 minutos – para formarem a palavra com o alfabeto móvel no verso de cada desenho. Ganha o jogo o grupo que primeiro preencher todos os cartões.

Variações:
Classificar (formar conjuntos) de acordo:

v com o desenho da frente dos cartões;

v com o número de letras das palavras constantes dos cartões;

v com o número de sílabas das palavras dos cartões;

v com a letra inicial;

Profª Lourdes Eustáquio Pinto Ribeiro

(didatica@didatica.com.br - http://www.didatica.com.br)



30) Treino de rimas

Várias cartas com figuras de objetos que rimam de três formas diferentes são colocadas diante das crianças. Por exemplo, pode haver três terminações: /ão/, /ta/, /ço/. Cada criança deve então retirar uma carta, dizer o nome da figura e colocá-la numa pilha com outras figuras que tenham a mesma rima. O teste serve para mostrar as palavras que terminam com o mesmo som. Ao separá-las de acordo com o seu final, juntam-se as figuras em três pilhas com palavras de terminações diferentes.



31) Treino de aliterações

Em uma folha com figuras, a criança deve colorir as que comecem com a mesma sílaba de um desenho-modelo (por exemplo, desenho-modelo: casa; desenhos com a mesma sílaba inicial: caminhão, cama, caracol; desenhos com sílabas iniciais diferentes: xícara, galinha, tartaruga). A mesma atividade pode ser depois repetida enfatizando-se a sílaba final das palavras (por exemplo, desenho-modelo: coração; desenhos com o mesmo final: televisão, leão, balão, mão; desenhos com finais diferentes: dado, uva, fogo).



32) Treino de consciência de palavras

Frases com palavras esquisitas, que não existem de verdade, são ditadas para a criança, que deve corrigir a frase. Substitui-se a pseudopalavra por uma palavra correta. Por exemplo, troca-se "Eu tenho cinco fitos em cada mão" por "Eu tenho cinco dedos em cada mão". Nesse jogo, palavras irreais são trocadas por palavras que existem de verdade, deixando a frase com sentido. Mostra-se que, ao criar frases com palavras que não existem, essas não têm significado.



33) Batucando

A professora fala uma palavra e o aluno "batuca" na mesa de acordo com o número de silabas.



34) Adivinha qual palavra é: A professora fala uma palavra (BATATA) e os alunos repetem omitindo a sílaba inicial (TATA) ou a final (BATA)

35) Lá vai a barquinha carregadinha de ...

A professora fala uma sílaba e as crianças escolhem as palavras.



36) Adivinhando a palavra

O professor fala uma palavra omitindo a silaba final e os alunos devem adivinhar a palavra. (ou a inicial)



37) Quantas sílabas? A professora fala uma palavra e a criança risca no papel de acordo com o número de sílabas (ou faz bolinhas)



38) Descoberta de palavras com o mesmo sentido

Ajude o aluno a perceber que o mesmo significado pode ser representado por mais de uma palavra. Isso é fácil de constatar pela comparação de frases como as que se seguem:

* O médico trata dos doentes
* O doutor trata dos doentes

Forneça, em frases, exemplos do emprego de sinônimos de uso comum como:

* Bonita, bela;
* Malvado, mau;
* Rapaz; moço
* Bebê; neném;
* Saboroso; gostoso



39) Descoberta de palavras com mais de um significado

Com essa atividade, os alunos perceberão que palavras iguais podem ter significados diferentes. Ajude-os a formar frases com as palavras: manga, botão, canela, chato; corredor; pena, peça; etc



40) Respondendo a perguntas engraçadas

Faça-as pensar sobre a existência de homônimos através de brincadeiras ou adivinhações:

* a asa do bule tem penas?
* O pé da mesa usa meia?
* A casa do botão tem telhado?



41) Escrita com música: 1) dividir os alunos em equipes de 4 elementos; 2) distribuir, entre as equipes, uma folha de papel; 3) apresentar às equipes uma música previamente selecionada pelo professor; 4) pedir que o aluno 1 de cada uma das equipes registre, na folha, ao sinal dado pelo professor, suas idéias, sentimentos, emoções apreendidas ao ouvir a música; 5) solicitar-lhe que, findo o seu tempo, passe a folha ao aluno 2, que deverá continuar a tarefa. E assim sucessivamente, até retornar ao aluno 1, que deverá ler o produto final de todo o trabalho para toda a classe.

Observação: a folha de papel deverá circular no sentido horário.



42) Conversa por escrito: 1) dividir a classe em duplas; 2) entregar a cada uma das duplas uma folha de papel; 3) pedir às duplas que iniciem uma conversa entre seus elementos (ou pares), mas por escrito.

Observações: 1) a dupla poderá conversar sobre o que quiser, mas deverá registrar a conversa na folha recebida; 2) a dupla não precisará ler sua conversa à classe; apenas o fará, se estiver disposta a tanto.

Objetivo específico dessa atividade: ensejar a reflexão sobre as diferenças entre a linguagem oral e a escrita.

43) Interpretando por escrito: 1) dividir os alunos em equipes de 4 elementos cada uma; 2) numerá-los de 1 a 4; 3) distribuir, entre as mesmas, pequenas gravuras (se possível de pinturas abstratas); 4) solicitar que cada uma das equipes registre, por escrito, o que entendeu sobre os quadros propostos; 5) ler as interpretações obtidas.



44) Brincando com as cores: 1) dividir a classe em equipes de 4 elementos; 2) numerar os participantes de cada uma; 3) distribuir, entre elas, as cores: atribuir uma cor (vermelho, verde, amarelo, azul, etc.) a cada uma das equipes ou grupos; 4) pedir que cada um dos elementos de cada uma das equipes registre, numa folha de papel que circulará entre os participantes, suas impressões a respeito da cor recebida; 5) solicitar das equipes a leitura das impressões registradas.

Observações: a mesma atividade poderá ser realizada, mas sem a entrega de cores às equipes. Neste caso, cada um dos grupos deverá produzir um pequeno texto sobre uma cor, sem nomeá-la, mas procurando "dar pistas" a respeito da mesma, a fim de que os colegas possam descobri-la. Algumas equipes poderão ler seus textos e, se a cor não for descoberta, o professor poderá organizar uma discussão sobre esse fato, apontando, alguns fatores que talvez tenham dificultado a não identificação. Outra atividade com cores poderá ser a dramatização por meio de gestos, ou mímica, de uma cor escolhida pela(s) equipe(s).



45) Compondo um belo texto-poema:1) dividir os alunos em equipes ou grupos; 2) indicar a cada uma três substantivos - chave do poema: mar, onda, coqueiro; 3) marcar, no relógio, 10 (dez) minutos para a composição dos poemas; 5) expor, no mural de classe, os textos produzidos pelas equipes.



46) Cinema imaginário: 1) dividir a sala em equipes ou grupos; 2) apresentar às equipes três ou quatro trechos (curtos) de trilhas sonoras de filmes; 3) solicitar que os alunos imaginem cenas cinematográficas referente às trilhas ouvidas; 4) interrogar os alunos sobre o que há de semelhante e o que há de diferente nas cenas imaginadas por eles.

"A partir das respostas a essas perguntas, o professor discutirá, com os alunos, o papel do conhecimento prévio e o das experiências pessoais e culturais que compartilhamos, para que possamos compreender textos (verbais, não-verbais, musicados, ...)



47) Criação de um país imaginário: 1) dividir os alunos em equipes ou grupos; 2) pedir-lhes que produzam um texto, com ou sem ilustração, descrevendo um país imaginário, de criação da equipe; 3) solicitar que cada uma dessas leia para as demais o texto produzido por ela; 4) afixar, no mural da sala, os textos produzidos pelas equipes.



48) " Se eu fosse ...": 1) dividir a classe em equipes ou grupos; 2) pedir que cada uma complete as lacunas ou pontilhado com o nome de um objeto, animal, planta, personagem ou personalidade humana que gostaria de ser; 3) solicitar que escrevam e/ou desenhem a respeito do que gostariam de ser; 4) pedir que exponham suas produções aos colegas; 5) sugerir que as coloquem no mural ou varal de classe.



49) Homem e natureza ou homem x ecologia: 1) dividir a classe em equipes ou grupos; 2) pedir que ouçam as canções "Sobradinho" – Sá e Guarabira ( disco 10 anos juntos, BME – RCA, CD ou DVD) e "Passaredo" – Francis Hime e Chico Buarque ("Meus caros amigos" – Philips); 3) explicar aos alunos o seguinte: a canção "Sobradinho" trata do rio São Francisco, que nasce na região Sudeste e deságua na região Nordeste do país, e das conseqüências do represamento dessas águas para a população que vivia nos municípios de Remanso, Casa Nova, Santo Sé, Pilão Arcado... com a construção de uma barragem no salto do Sobradinho. A canção "Passaredo", por sua vez, focaliza a destruição da fauna e o desequilíbrio do ecossistema, provocados pelo homem; 4) solicitar às equipes que comentem, escrevam e/ou desenhem sobre o que compreenderam a respeito de cada uma das canções ouvidas por eles.

♥♥OS DEZ MANDAMENTOS DO EDUCADOR ♥ ♥


1- Amar a Deus, a criança, a vida.
2- Não se irritar em vão, ao contrário, ter paciência.
3- Guardar o respeito devido à personalidade infantil.
4- Honrar a virtude; dar sempre à criança o exemplo da caridade, da justiça, da humanidade.
5- Não matar a iniciativa e o entusiasmo infantil.
6- Ter a alma aberta aos ideais elevados e o coração sensível aos mais puros afetos.
7- Não se furtar aos trabalhos.
8- Não pôr dificuldade à manifestação espontânea das tendências e interesses infantis, mas, ao contrário, favorecê-los, para melhor dirigi-los.
9- Não pretender fazer tudo em um só dia. A educação é obra de persistência e continuidade. Em educação, perder tempo é, muitas vezes, ganhá-lo.
10- Não cobiçar elogios e honrarias, nem sequer compensação, mas trabalhar na certeza reconfortante de estar realizando obra de mérito e de contribuir para a felicidade dos homens e dos povos